domingo, 5 de dezembro de 2010

Mea Culpa

A sua consciência anda pesada por algo que você fez? O que lhe faz pensar que agiu mal? Quais são os parâmetros que você seguiu pra chegar à conclusão que errou? É a sua alma que sofre ou o seu ego?

Responsabilidade é o que devemos ter e não culpa.

Quando positivo, o sentimento de culpa é o primeiro passo para reconhecermos a nossa responsabilidade sobre algo que fizemos e que resultou em dor, principalmente para outra pessoa. Ele é válido para que tomemos uma atitude para reparar o erro quando estamos arrependidos. Ser humilde e assumir a responsabilidade sobre o que se faz, é essencial para retomar o caminho da Luz.

Quando negativo, a pessoa não consegue assumir o erro, o orgulho não deixa. Ela fica com a consciência doendo, mas não tem coragem de assumir a responsabilidade.

A pessoa também pode ficar se condenando sem que haja um motivo real. Ela se acha imperfeita de alguma forma e fica se remoendo, sofrendo, sem encontrar uma solução.

A culpa pode ser causada por vários motivos como:

O fracasso de algo;
Temer o julgamento dos outros por esperar sempre a aprovação alheia;
Sentir-se culpado pela morte de alguém;
Ir contra algum preceito da religião que se segue;
Ser preconceituoso;
Ter raiva ou mágoa;
Ter medo de ter feito algo que é considerado "anormal" pela sociedade;
Medo de errar;
Abandonar alguém ou uma causa;
Ser dependente de alguém;
Superproteger alguém;
Mentir;
Caluniar;
Roubar ou Usurpar;
O resultado dos esforços de alguém que quer nos controlar;
A atitude inversa, ou seja, a mania de querer controlar os outros;
Acusar alguém injustamente;
Ser inflexível;
Ser autoritário;
Manter algo em segredo;
Fazer fofoca ou estar sempre criticando;
O Comodismo e a falta de atitude;
Sentimento de incapacidade para resolver algo;
Querer ser outra pessoa;
E aí vai...

É preciso, então, meditar sobre a causa que nos leva a sentir culpa. Buscar no fundo da alma se esse sentimento realmente tem fundamento.

Se realmente formos responsáveis pela situação, devemos tentar consertar o erro; no caso contrário, devemos nos eximir da culpa e seguir adiante.

Quando erramos espiritualmente, o nosso Eu Superior nos cutuca criando o sentimento de culpa para que retornemos ao caminho da luz. Se estivermos realmente errados, devemos pedir perdão a quem fizemos sofrer e repararmos a situação. Se não tivermos a oportunidade de estarmos com essa pessoa, como no caso da pessoa já ter desencarnado ou se não tivermos mais contato com ela, basta que reconheçamos a nossa responsabilidade e mudemos o nosso comportamento diante de situações semelhantes. É importante que não fiquemos repetindo os mesmos padrões e adotemos definitivamente uma postura evolutiva.

Quando é uma questão de ego como o sentimento de incapacidade ou o de ser inflexível diante de uma situação, precisamos trabalhar no resgate das virtudes divinas como a Força Interior e a Humildade. O que não podemos é ficar sem ação, estagnados e sofrendo.

Assumir responsabilidades é amadurecer espiritualmente. Assumir a sombra é ser realista e corajoso.

Não é preciso se condenar, pois errar é humano. Precisamos apenas utilizar o erro como ferramenta para crescer espiritualmente. Precisamos também estar ciente das nossas limitações e nos empenharmos para superá-las, mas sem exigir demais do nosso ser, pois temos um ritmo que precisa ser respeitado. Devemos ter em mente que passo após passo iremos conseguir levar adiante o nosso objetivo de alcançar a Luz.

Amem-se antes de mais nada, pois todos são filhos da Luz e capazes de empreender grandes conquistas. O nosso Deus Pai, Mãe nos ama e nos perdoa sempre, acreditem nisso.

Namastê.

Márian

http://aumentandoaautoestima.blogspot.com/2010/12/mea-culpa.html

O Retorno à Inocência

Amor - devoção
Sentimento - emoção

Não tenha medo por ser fraco
Não tenha tanto orgulho por ser forte
Apenas olhe dentro de seu coração, meu amigo
Esse será o retorno a você mesmo
O retorno à inocência

Se você quer, então comece a rir
Se você deve, então comece a chorar
Seja você mesmo, não se esconda
Apenas acredite no destino

Não se importe com o que os outros dizem
Apenas siga seu próprio caminho
Não desista e use a chance
Para retornar à inocência

Esse não é o começo do fim
Esse é o retorno a você mesmo
O retorno à inocência

sábado, 27 de novembro de 2010

Papai-Mamãe Noel 2010

Que tal fazer algo diferente este ano no Natal? Sim... Natal... daqui a pouco ele chega. Que tal ir a uma agência dos Correios e pegar uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Papai ou Mamãe Noel delas? Há a informação de que tem pedidos inacreditáveis. Tem criança pedindo um panetone, uma blusa de frio para a avó... É uma idéia. É só pegar a carta e entregar o presente numa agência dos Correios até dia 20 de Dezembro. O próprio correio se encarrega de fazer a entrega. Imagina uma criança pobre, recebendo o presente que pediu ao Papai Noel...

Realizada há mais de 20 anos, o Papai Noel dos Correios é uma das maiores campanhas sociais natalinas do Brasil. Distribuir presentes não é meta institucional da campanha, a principal preocupação é responder aos remetentes das cartinhas endereçadas ao Papai Noel e promover a mobilização dos Correios e da sociedade em torno dos sonhos das crianças brasileiras. A disseminação, em todo país, de valores natalinos como amor ao próximo, solidariedade e felicidade é o principal benefício conquistado graças à vontade dos mais de 108 mil empregados e à solidariedade da sociedade brasileira.

Em 2010, foram estabelecidas parcerias com escolas públicas, creches e/ou abrigos que atendem crianças em situação de vulnerabilidade social. Desta forma, a campanha alinha-se a um dos Objetivos do Milênio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), denominado "Educação básica de qualidade para todos". A campanha terá por objetivo responder às cartinhas das crianças em situação de vulnerabilidade social que escrevem ao Papai Noel e também estimular a redação de cartas manuscritas, além do uso correto do Código de Endereçamento Postal (CEP) e do selo postal.

http://www.correios.com.br/papainoelcorreios2010/

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Vulnerável e Forte

Há pessoas que se sentem fortes somente quando não estão vulneráveis, mas essa força é apenas uma fachada, uma camuflagem. E há pessoas que são vulneráveis, mas se sentem fortes.

Aqueles que se sentem fracos quando estão vulneráveis, não podem se sentir vulneráveis por muito tempo: mais cedo ou mais tarde essa fraqueza os deixará com tanto medo que eles se fecharão.

Assim, a abordagem correta é se sentir vulnerável e forte. Então, você poderá permanecer vulnerável, a cada dia sua força crescerá e você ficará corajoso o bastante para se tornar cada vez mais vulnerável.

A pessoa realmente valente está absolutamente aberta — esse é o critério da coragem. Somente o covarde está fechado, e a pessoa forte é tão forte como uma rocha e tão vulnerável como uma rosa. É um paradoxo, e tudo o que é real é paradoxal.

Lembre-se sempre: quando você sente algo paradoxal, não tente torná-lo consistente, porque essa consistência será falsa.

A realidade é sempre paradoxal: por um lado, você se sente vulnerável; por outro, se sente forte — isso significa que um momento da verdade chegou. Por um lado, você sente que nada sabe; por outro, sente que sabe tudo — um momento da verdade chegou.

Por um lado, você sempre sente um aspecto e por outro, o aspecto exatamente oposto. E quando você tem ambos os aspectos juntos, lembre-se sempre de que algo verdadeiro está muito próximo.

Osho, em "Osho Todos os Dias — 365 Meditações Diárias"

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Desapego x Indiferença

As pessoas confundem desapego com indiferença. As duas coisas podem parecer bem próximas à primeira vista, mas são, em essência, o oposto. O desapego é mais difícil, enquanto a indiferença parece um caminho mais fácil e seguro.

O segredo é que a indiferença exclui. O desapego, ao contrário, inclui.

Quando Krishna fala para Arjuna sobre o desapego, ele pede também para que Arjuna ame seus amigos e inimigos do mesmo modo. É aqui que se encontra a diferença maior. O desapego ama. E ama tão incondicionalmente, que não vê diferença entre o mal e o bem, entre a distância e a proximidade – tudo ama, tudo crê, tudo suporta. O desapego é a inclusão do outro de forma tão plena que é capaz de amá-lo a despeito de quem quer que seja ou o que quer que faça – a despeito da distância que seja necessário manter. O desapego mantém o carinho pelo outro, e age para que a felicidade do outro seja garantida a despeito de sua própria. Na verdade, a felicidade do outro é a sua própria.

A indiferença é a exclusão do outro, a distância proposital daquilo que, de alguma forma, é desagradável ou doloroso. A indiferença é protetora, na medida em que priva o sujeito da trabalhosa tarefa de amar. E dos riscos de sofrer por amor, coisa maravilhosa para quem aceita vivê-lo. Na indiferença não há amor, ao contrário, há a sua recusa. O amor parece fácil, mas não é. O amor é tão ativo quanto a Criação. Por isso, a indiferença priva, exclui, mata a presença do outro que signifique as intempéries de amar. Por trás da indiferença, pode haver um medo terrível de sofrer, ou a vergonha, muitas vezes, de simplesmente ser sincero.

E é por isso que as pessoas confundem desapego com indiferença. Porque é mais fácil assim.

Ammabaghavan

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Poder da Gentileza

Prepare-se para colher os benefícios!

O que é ser gentil?
Gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado ou meramente cumprir regras de etiqueta, porque embora possamos (e devamos) ser educados, a gentileza se trata de uma característica diretamente relacionada com caráter, valores e ética; sobretudo, tem a ver com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo.

O que você percebeu com os números da Organização Mundial da Saúde? 
Percebi, bastante entristecida, o quanto temos nos colocado numa espécie de armadilha, o quanto temos nos deixado sucumbir pelas ilusões da modernidade, o quanto temos nos perdido de nós mesmos e esquecido de nossa capacidade de agir com o coração e de valorizar aquilo que realmente nos preenche, que realmente nos faz sentir felizes e plenos. Os dados são assustadores e delicadíssimos, uma vez que a depressão tende a ser, até 2020, a segunda causa de improdutividade das pessoas, seguida apenas das doenças cardiovasculares. Além disso, distúrbios afetivos como ansiedade, depressão e transtorno bipolar crescem absurdamente, sem falar em síndrome do pânico, TOC, entre outros nomes que se tornam cada vez mais comuns entre as pessoas. Diante da indignação que esses dados me causaram, encontrei mais motivos ainda para investir na gentileza e insistir no fato de que é somente agindo de modo coerente com o que realmente desejamos da vida que poderemos viver de modo mais equilibrado e menos doentio.

Por que esquecemos de ser gentis?
A rotina nos cega, costumo dizer. Pressionados por idéias equivocadas, que nos pressionam a ter sempre mais, a cumprir prazos sem nos respeitarmos, a atingir metas que, muitas vezes, não fazem parte de nossa missão de vida e daquilo em que acreditamos, nos tornamos mais e mais insensíveis. E nesta insensibilidade, vamos agindo e nos relacionando com as pessoas - mesmo com aquelas que amamos - de forma menos gentil, mais apressada e mais automatizada, sem nem nos darmos conta disso. É por isso que, a meu ver, ser gentil não pode depender do outro, não pode ser uma moeda de troca, tem de ser uma escolha pessoal, um entendimento de que podemos fazer a nossa parte e contribuir sim para um mundo melhor. Leonardo Boff tem uma frase maravilhosa que resume bem o que quero dizer: Não serão nossos gritos a fazer a diferença e sim a força contida em nossas mais delicadas e íntegras ações.

Você diz no livro que ser gentil nada tem a ver com ser bobo e dizer sim a todos?
Exatamente. Ser gentil nada tem a ver com ser bobo e fazer o que todos querem que a gente faça. Muito pelo contrário: quanto mais gentil somos com as pessoas, mais gentil somos também com nossa verdade, com nossos valores. Assim, dificilmente nos aviltaremos em nome de algo que não esteja de acordo com nosso coração. Pessoas que dizem sim a todos estão, na realidade, reforçando uma imagem de ‘vítimas da vida’, alimentando um argumento de ‘coitadinhas’, de extremamente boas e injustiçadas. Isso não é ser gentil e demonstra mais uma dificuldade em lidar com sua própria carência do que a força ou o poder contido na gentileza. Aprender a dizer não nem sempre é uma tarefa simples. A gente aprende que tem de corresponder às expectativas de quem amamos, desde pequeninos; daí, quando crescemos, não sabemos dizer não sem nos sentirmos culpados. Daí para justificar nosso medo de dizer não, é um pulo; afinal, é bem mais fácil transferirmos a responsabilidade de nossas limitações para o outro.

Dá pra falar ‘não’ sendo gentil? Como?
Não só dá como é o mais inteligente. Muitas vezes, a gente associa a palavra não à raiva ou à falta de gentileza, quando na verdade ela é apenas uma resposta, tão cabível quanto o sim. Desde que seja dito com sinceridade e respeito, sabendo por que motivo você está dizendo não, a gentileza é absolutamente coerente. O problema é que a gente já diz com culpa e, para não demonstrar, altera o tom de voz, tenta se justificar acusando o outro ou inventando pequenas mentiras que tornam a relação pesada, tensa. Basta que sejamos honestos, que nos permitamos respeitar nossos limites, que aprendamos a nos dar o direito de dizer não. Além disso, vale um questionamento: será que é tão difícil dizer não porque, na verdade, você não consegue ouvir o não do outro? Será que esta dificuldade em negar ao outro não está a serviço de poder lhe cobrar sempre o sim? Enfim, lance mão de um tom de voz compreensivo e afetuoso e o seu não será muito mais humano e aceitável do que aquele que a gente costuma dizer gritando, acompanhado de gestos agressivos.

Que benefícios a gentileza nos traz? 
Ser gentil é extremamente benéfico quando se entende que a gentileza abre portas, muda o rumo dos conflitos, facilita negociações, transforma humores, melhora as relações, enfim, propicia inúmeras vantagens tanto na vida de quem é gentil quanto na de quem se permite receber gentilezas.
No ambiente de trabalho, por exemplo, é fato que as empresas têm preferido, cada vez mais, profissionais dispostos a solucionar problemas e favorecer as conciliações. Afinal de contas, competência técnica é oferecida em universidades de todo o país, mas habilidades humanas como a gentileza são características escassas e muito bem quistas no mundo atual.

Como a gentileza interfere no nosso dia-a-dia? Nas relações de trabalho, no amor, na família? 
Como disse anteriormente, a gentileza facilita todas as relações. No livro, conto a comovente história de vida do Profeta Gentileza, que viveu na cidade do Rio de Janeiro pregando a paz entre as pessoas. Ele tinha uma frase que ilustra muito bem o que chamo de “poder” da gentileza: GENTILEZA gera GENTILEZA. Do mesmo modo, o contrário também é verdadeiro. Ou seja, grosserias geram grosserias e a gente sabe que ninguém gosta de ser tratado de forma grosseira. Em minha palestra (com o mesmo título do livro), abordo os malefícios que a falta de gentileza causa em nossa saúde física, emocional e mental. Para se ter uma pequena idéia do quanto a gentileza interfere em nosso dia-a-dia, basta notar: pessoas intolerantes, briguentas e pouco ou nada gentis geralmente sofrem de enxaqueca, gastrite, ansiedade, cansaço, falta de criatividade, entre outras limitações. Sendo assim, o que podemos fazer de mais inteligente é tratar de praticar a gentileza quanto mais conseguirmos. E isso é uma escolha, antes de mais nada.

Como nasceu a idéia do tema para escrever o livro? 
Eu já tratava, há algum tempo, do tema “Inteligência Afetiva”, que tem muito a ver com essa capacidade de se relacionar harmoniosamente com as pessoas, sempre buscando compreender melhor como se comunicar, de que forma ser claro sem precisar ultrapassar os limites da boa convivência. Sempre busquei, inclusive, mostrar o quanto a afetividade tem a ver com o desenvolvimento da inteligência humana e de que forma isso contribui para nossa realização pessoal, profissional e amorosa. Certo dia, pensando em como abordar este tema de uma forma ainda mais fácil, me veio uma percepção muito clara: o quanto temos desaprendido a acolher o outro, a ter paciência, a compreender que cada um tem suas dificuldades, mas que todos nós desejamos apenas ser felizes... e a palavra GENTILEZA me veio na hora! Comecei a pesquisar sobre o tema e fui encontrando dados surpreendentes, o que me empolgou cada vez mais. Saí de “férias” por uns dias, como sempre faço quando vou escrever, e o resultado foi este - o livro O PODER DA GENTILEZA.

No seu livro, você dá dicas práticas de como exercitar a gentileza no dia-a-dia? 
Sim, com certeza. Procurei transformar este trabalho em algo muito prático. Quero reproduzir aqui 10 dicas para facilitar a prática da gentileza. Creio que se conseguirmos incorporar pelo menos algumas dessas ações, nossa vida já se tornará bem mais leve e gostosa.

1. Tente se colocar no lugar do outro. Isso o ajuda a entender melhor as pessoas, seu modo de pensar e agir.

2. Aprenda a escutar. Ouvir é muito importante para solucionar qualquer desavença ou problema.

3. Pratique a arte da paciência. Evite julgamentos e ações precipitadas.

4. Peça desculpas. Isso pode prevenir a violência e salvar relacionamentos.

5. Pense positivo. Procure valorizar o que a situação e o outro têm de bom e perceba que este hábito pode promover verdadeiros milagres.

6. Respeite as pessoas quando elas pensarem e agirem de modo diferente de você. As diferenças são uma verdadeira riqueza para todos.

7. Seja solidário e companheiro. Demonstre interesse pelo outro, por seus sentimentos e por sua realidade de vida.

8. Analise a situação. Alcançar soluções pacíficas depende de se descobrir a raiz do problema.

9. Faça justiça. Esforce-se para compreender as diferenças e não para ganhar, como se as eventuais desavenças fossem jogos ou guerras.

10. Mude a sua maneira de ver os conflitos. A gentileza nos mostra que o conflito pode ter resultados positivos e ainda tornar a convivência mais íntima e confiável.

Rosana Braga 

http://www.rosanabraga.com.br/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Comandos Quânticos para a Cura

Comandos Quânticos são procedimentos contendo instruções precisas que efetuam reorganizações nos campos energéticos do ser, fazendo com que a cura ocorra de forma fácil e precisa.

Cada comando contém INTENÇÃO estruturada, inspiradas pelos Mestres Cósmicos, são centenas de instruções que organizadas de forma a atingir partes especificas do sistema energético, atuando assim com precisão onde for necessário.
Os comandos são ativados através de comandos verbais, por exemplo:

*EU SOU Ativar desbloqueio de meridianos.

Este comando atua em todo o sistema de meridianos desbloqueando, religando os meridianos e acima de tudo harmonizando todo o fluxo energético do corpo, equivale a diversas sessões de acupuntura.

*EU SOU Ativar Libertação Total.

Este comando desativa a origem da emoção negativa que a pessoa está manifestando, eliminando de forma definitiva aquela emoção. É a forma mais rápida de se eliminar uma emoção negativa, sem dor, sofrimento ou medicamentos. A pessoa deve estar vivenciando uma emoção negativa para que o processo funcione.

*EU SOU Ativar Reorganização Ambiental.

Purifica a residência ou local de trabalho à distância, trazendo uma leveza e bem estar, afastando energias negativas que atrapalham os negócios e os relacionamentos.

*EU SOU Ativar Decreto Chama Violeta.

Tem a finalidade de efetuar uma limpeza energética utilizando a energia Violeta do Mestre Saint Germain, inclui quase todos os decretos da Chama violeta. Pode ser usado para limpar ambiente, objetos e pessoas. Depende de onde você coloca a intenção. Equivale a ler oito páginas de decretos cada vez que você pronuncia a frase "Ativar Decreto Chama Violeta".

*EU SOU Ativar Remoção de Chips.

Tem a finalidade de eliminar os chips e dispositivos que foram colocados por extraterrestres e dispositivos energéticos colocados pelas formas mentais da própria pessoa.

*EU SOU Ativar Poderoso Decreto de Luz.

Tem a finalidade de chamar as energias geradas pelos decretos da Fraternidade Branca, inclui decretos de todos os raios. Ajuda no processo de centralização energética e acelera a evolução espiritual. Equivale a ler 17 páginas de decretos cada vez que você pronuncia a frase "Ativar Poderoso Decreto de Luz".

** “Comando Quântico Poderoso Decreto de Luz Conteúdo do comando" **

“A Grande Invocação”

Do ponto de Luz na mente de Deus,

Que flua Luz à mente dos homens,

e que a Luz desça a Terra.

Do ponto de Amor no coração de Deus

Que flua Amor ao coração dos homens,

que Cristo retorne a Terra.

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,

Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,

Propósito que os Mestres conhecem e servem.

Do centro, a que chamamos a raça dos homens,

Que se realize o plano de Amor e de Luz

E feche a porta onde se encontra o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder

Restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra

Hoje e por toda a eternidade.

Amém.